terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sting

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Triste


Apesar de tudo e de conhecer mais ou menos a capacidade que muitos têm de avançar sem se demorarem em considerações, não deixa contudo de me espantar ou até chocar, a forma leviana com que vamos vivendo o dia-a-dia.
Na Europa, na minha existência “memorial”, não me lembro de vivermos um período tão conturbado, tão mesquinho, tão decadente, tão violento e tão frustrante como este.
Ainda assim, continuo a testemunhar comportamentos e de ou, perfeita ignorância e estupidez ou, de efetivo desprezo e arrogância por aquilo que efetivamente somos: seres humanos, emotivos, emocionais, racionais e vivos!
A ostentação, a vaidade, o consumismo, o apelo ao mesmo, as notícias, tão trágicas como cómicas, a miséria e a riqueza, o ordenado mínimo e as pensões, os milhões que outros recebem enfim eu diria a anarquia, caos, e fi….. da pu…. Destes vermes que são o Estado. Não só governo, mas todos os políticos que “mamam” de todas as maneiras possíveis e impossíveis e nos sugam o direito à vida e à dignidade.
E nós?.... passíveis e serenos esperando melhores dias e acreditando que realmente somos o culpados de tudo isto.
Vemos o mundo desmembrar-se: guerras, atrocidades indignas de qualquer ser vivo, e a Europa a delapidar todos os países fragilizados e acima de tudo as gentes.
E apesar de haver alternativas, inclusive com provas prestadas (Islandia), mantemo-nos na cegueira de não mexermos “uma palha” até que efetivamente não reste nem a esperança!
Dói, dói, dói… e o grito que silencia dentro de mim vai-me matando aos poucos.
A resignação não é senão o momento de espera… “de uma morte anunciada”!